A Igreja deve ser uma comunidade terapêutica, na qual os membros cuidam uns dos outros. Incluindo pastores e pastoras. Pesquisas e estatísticas demonstram: doenças mentais, como esquizofrenia, depressão, transtornos obsessivo-compulsivos e ansiedade, representam 14% das doenças do mundo, mais que o câncer ou as doenças cardíacas. Um artigo publicado em setembro deste ano pela revista inglesa Lancet, especializada em medicina, revela que os males de ordem mental ou emocional respondem por até 90% de todos os 800 mil suicídios registrados anualmente no mundo - a grande maioria nos países em desenvolvimento. Seria possível evitar grande parte desses suicídios se houvesse prevenção e tratamento adequados. Mas ainda enfrentamos a barreira do preconceito e a dificuldade de acesso aos sistemas de saúde. Tal situação de carência ressalta a importância da Igreja como promotora de saúde mental, especialmente por intermédio do trabalho de aconselhamento realizado pelos ministros(a...