sábado, 18 de setembro de 2010

PNDH-3 Totalitarismo Invisível

O governo do PT quer fazer história ao invadir o direito das famílias educarem seus filhos, criar leis que ferem o direito de igualdade social e o pior, dizer que o aborto é algo bom e coerente na atual sociedade em que vivemos.

Que tem autoridade para dizer onde começa a vida é a Biologia, amparado pela embriologia, pela medicina fetal. E é justamente a biologia que nos afirma que a única diferença entre cada um de nós e um óvulo fecundado é o TEMPO e a NUTRIÇÃO.

Nenhum ser humano é mais humano do que outro.  SER e HUMANIDADE são inatos, não são adquiridos. Nenhum corpo vivo pode se tornar pessoa se já não for em essência. Nem defeito físico, que a criança tenha, nem tempo de fecundação, vai mudar isso. Se a vida começa na concepção, como é provado pela Biologia, o aborto é matar uma vida.  E uma vida indefesa.


Num aborto o feto morre de maneira dolorosa, ele tem sensibilidade à dor e isso foi mostrado pelo Dr. Bernad Nathanson no filme "Silent Scream" (O grito silêncioso). O vídeo mostra o feto tentando se desviar do instrumento abortivo, acelerando os batimentos cardíacos quando o sugador o encontra. Assim que seus membros foram arrancados,  sua boca se abriu,  o que deu origem ao nome do filme do Dr Nathanson.

Numa gestação, o agente ativo é o feto e o agente passivo é a mãe. É o feto quem regula o líquido amniótico, é ele quem em última instância diz o momento de sair.  Tanto é, que alguns abortos espontâneos acontecem porque o organismo da mãe entende a criança como um ser estranho. O que impede da criança não ser expulsa pelo organismo da mãe é justamente a cápsula protetora que o feto desenvolve.

E os abortistas ainda insistem em dizer que o feto é prolongamento do corpo da mulher! Querem tratar o aborto como algo natural.

Quanto a natureza cobra pelo aborto:

25% das mulheres que fizeram aborto freqüentam continuamente psiquiatria.

60% experimentam estress emocional pós aborto e desordem do estress pós traumático.

138% mais probabilidade de depressão comparando com as mulheres que mantem sua gravidez até o fim.

260% mais probabilidade em serem hospitalizadas para tratamentos psiquiátricos.

7 vezes mais propensas ao suicídio do que as outras mulheres

De 30 à 50% da mulheres que praticam o aborto ficam com alguma disfunção sexual.

Além de:

Perfuração do útero
Embolia
Necrose
Cancro da mama (nº altíssimo) da cervical, do fígado.
Complicações numa gravidez futura.
Pancreatite
Endometrite
Lacerações
Etc...

A pessoa humana não é só físico, é corpo, alma e espírito.  O problema é que querem tratar a questão do aborto como se ao retirar o feto, o problema da mulher estivesse resolvido. Está muito claro as consequências do aborto para a mulher.

Outro argumento ridículo é o de que a legalização do aborto é questão de saúde pública. A verdade é que todos  aqueles que defendem o aborto escondem as consequências dele.

Os abortistas querem atacar a causa e não trabalhar o preventivo que é a legítima educação. Olhe para situação da saúde pública no Brasil: Hospital sem médico, sem equipamento pra fazer radiografias, filas quilométricas para o pobre ser atendido, falta de leito nos hospitais, etc.

Falar que aprovar aborto no Brasil é questão de saúde pública é simplesmente ridículo. Enquanto se quer legalizar o aborto com a desculpa de problema de saúde pública as mães que querem ter seus filhos não encontram leitos, não encontram médicos nos hospitais, mas encontram um caos na saúde pública.

São 2 anos pra uma mulher operar um mioma na rede pública, um caos. Coitados dos que dependem da rede pública. E agora querem nos convencer que legalizar o aborto é questão de saúde pública?

O aborto é a violência dos poderosos contra os indefesos, essa é a verdade.


“Ai daqueles que, no seu leito, imaginam a iniqüidade e maquinam 
o mal! A luz da alva, o praticam, porque o poder está em suas mãos.” 
Miquéias 2.1

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