segunda-feira, 8 de abril de 2013

Maldições Hereditárias - Uma distorção doutrinária! - Parte 1




Uma das distorções doutrinárias mais difundidas entre o povo de Deus é o ensino das "maldições hereditárias", conhecida também como "maldição de família" ou "pecado de geração". Esse ensino controvertido e importado dos Estados Unidos na década de 80, foi trazido para o Brasil, pela autora norte-americana Marilyn Hickey em várias conferências da Adhonep, onde promoveu constantemente esse ensino.

Um dos textos bíblicos mais usados pelos pregadores da maldição hereditária para defender este ensino é Êxodo 20:4-6. É preciso que se leve em consideração o assunto do texto citado.

De que trata, afinal, tal passagem?

Alcoolismo, pornografia, depressão, ou problemas do gênero? É obvio que não. O texto fala de idolatria e não oferece qualquer base para alguém afirmar que herdamos maldições espirituais de nossos antepassados em qualquer área das dificuldades humanas.

A narrativa do AT nos informa que sempre que a nação de Israel este em ALIANÇA, num relacionamento de amor com Deus, ela não podia ser amaldiçoada. Vemos a prova disso em Nm 23:7,8 e 23. Por outro lado, sempre que a nação quebrou ALIANÇA de amor com Deus, ela ficou exposta a maldição, calamidades e cativeiro.

É verdade que os filhos que repetem os pecados de seus pais tem toda a POSSIBILIDADE de colher o que seus pais colheram. Os pais que vivem no alcoolismo tem grande POSSIBILIDADE de ter filhos alcoólatras. Os que vivem blasfemando, ou na imoralidade e vícios, estão estabelecendo um padrão de comportamento que, com grande PROBABILIDADE, será seguido por seus filhos, pois, "aquilo que o homem semear, isso também ceifará" GL 6:7. Isso poderá suceder até que uma geração se arrependa, volte-se para Deus e entre num relacionamento de amor com ele através de Jesus Cristo. Cessou aí toda a maldição.

A Bíblia ensina uma responsabilidade individual pelo pecado, como pode ser observado no livro do profeta Ezequiel, capitulo 18. 

O capitulo 18 de Ezequiel dá a entender que havia se tornado um costume em Israel colocar a culpa dos fracassos pessoais nos antepassados ou em outros. Isso faz lembrar o que aconteceu no jardim do Éden, quando, por ocasião da queda, o homem colocou a culpa na mulher e a mulher na serpente. Parece ser próprio do ser humano não admitir seus erros, buscando evasivas para não tratá-los de forma responsável à luz da Palavra de Deus. Infelizmente, acham mais fácil culpar os antepassados do que enfrentar suas tentações. O ensino da maldição de família mais escraviza do que liberta.

Ora, todo cristão é tentado, de uma forma ou de outra, uns mais, outros menos. Se um cristão enfrenta problemas em relação à pornografia, ao alcoolismo, ao adultério, à depressão ou a qualquer outro aspecto ligado às tentações, os métodos para vencer tais lutas devem ser bíblicos.

O caminho para a vitória tem muito mais a ver com a doutrina da santificação, com o cultivo da vida espiritual através da oração, jejum, da comunhão saudável numa parte do Corpo de Cristo e do contato constante coma Palavra de Deus.

O ensino da quebra de maldições hereditárias aparece como um atalho mágico e ilusório para substituir a doutrina da santificação, que é um processo indispensável a ser desenvolvido pelo Espírito Santo na vida do cristão, exigindo dele autodisciplina e perseverança na fé.


Uma das distorções doutrinárias mais difundidas entre o povo de Deus é o ensino das "maldições hereditárias", conhecida também como "maldição de família" ou "pecado de geração". Esse ensino controvertido e importado dos Estados Unidos na década de 80, foi trazido para o Brasil, pela autora norte-americana Marilyn Hickey em várias conferências da Adhonep, onde promoveu constantemente esse ensino.

Um dos textos bíblicos mais usados pelos pregadores da maldição hereditária para defender este ensino é Êxodo 20:4-6. É preciso que se leve em consideração o assunto do texto citado.

De que trata, afinal, tal passagem?

Alcoolismo, pornografia, depressão, ou problemas do gênero? É obvio que não. O texto fala de idolatria e não oferece qualquer base para alguém afirmar que herdamos maldições espirituais de nossos antepassados em qualquer área das dificuldades humanas.

A narrativa do AT nos informa que sempre que a nação de Israel este em ALIANÇA, num relacionamento de amor com Deus, ela não podia ser amaldiçoada. Vemos a prova disso em Nm 23:7,8 e 23. Por outro lado, sempre que a nação quebrou ALIANÇA de amor com Deus, ela ficou exposta a maldição, calamidades e cativeiro.

É verdade que os filhos que repetem os pecados de seus pais tem toda a POSSIBILIDADE de colher o que seus pais colheram. Os pais que vivem no alcoolismo tem grande POSSIBILIDADE de ter filhos alcoólatras. Os que vivem blasfemando, ou na imoralidade e vícios, estão estabelecendo um padrão de comportamento que, com grande PROBABILIDADE, será seguido por seus filhos, pois, "aquilo que o homem semear, isso também ceifará" GL 6:7. Isso poderá suceder até que uma geração se arrependa, volte-se para Deus e entre num relacionamento de amor com ele através de Jesus Cristo. Cessou aí toda a maldição.

A Bíblia ensina uma responsabilidade individual pelo pecado, como pode ser observado no livro do profeta Ezequiel, capitulo 18. 

O capitulo 18 de Ezequiel dá a entender que havia se tornado um costume em Israel colocar a culpa dos fracassos pessoais nos antepassados ou em outros. Isso faz lembrar o que aconteceu no jardim do Éden, quando, por ocasião da queda, o homem colocou a culpa na mulher e a mulher na serpente. Parece ser próprio do ser humano não admitir seus erros, buscando evasivas para não tratá-los de forma responsável à luz da Palavra de Deus. Infelizmente, acham mais fácil culpar os antepassados do que enfrentar suas tentações. O ensino da maldição de família mais escraviza do que liberta.

Ora, todo cristão é tentado, de uma forma ou de outra, uns mais, outros menos. Se um cristão enfrenta problemas em relação à pornografia, ao alcoolismo, ao adultério, à depressão ou a qualquer outro aspecto ligado às tentações, os métodos para vencer tais lutas devem ser bíblicos.

O caminho para a vitória tem muito mais a ver com a doutrina da santificação, com o cultivo da vida espiritual através da oração, jejum, da comunhão saudável numa parte do Corpo de Cristo e do contato constante coma Palavra de Deus.

O ensino da quebra de maldições hereditárias aparece como um atalho mágico e ilusório para substituir a doutrina da santificação, que é um processo indispensável a ser desenvolvido pelo Espírito Santo na vida do cristão, exigindo dele autodisciplina e perseverança na fé.

Um comentário:

Fruto do Espírito disse...

A Paz de Cristo Jesus!

É com muita alegria que estou entrando em contato contigo.
Considero o seu blog um ministério importante para edificação do Corpo de Cristo, pois através das mensagens espirituais contidas nesta página, muitos são abençoados e alcançados pela Graça e pelo Amor do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Oro para que suas forças sejam renovadas e que o Espírito Santo vos prosperem em tudo que colocar as vossas mãos.

Uma chuva de bençãos desça sobre sua casa!
  
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A propósito caso ainda não esteja seguindo o meu blog, deixo o convite:
http://frutodoespirito9.blogspot.com/

P.S. Recomendo para visita, o blog do irmão J.C. de Araújo Jorge. Mensagens atuais, algumas polêmicas, porém abençoadoras:
http://discipulodecristo7.blogspot.com/

Em Cristo,
***Lucy***

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